| Título Original: | Clotilda: Last American Slave Ship |
| Realização: | Laura Anderson |
| Produção: | National Geographic Studios |
| Ano: | 2022 |
| Género: | Documentário |
| Duração: | ±45 minutos |
| Origem: | Webrip |
| Legendas: | PT-PT |
| Sinopse: |
Uma equipa de arqueólogos subaquáticos anunciou a descoberta, perto de Mobile, no Alabama (EUA), dos destroços carbonizados do Clotilda, o último navio negreiro conhecido a alcançar as costas dos EUA. Em Maio de 2020, 400 anos depois de africanos acorrentados terem pisado pela primeira vez o solo da colónia inglesa de Virgínia, uma equipa de arqueólogos subaquáticos anunciou a descoberta, perto de Mobile, no Alabama (EUA), dos destroços carbonizados do Clotilda, o último navio negreiro conhecido a alcançar as costas dos EUA. Em 1860, 52 anos depois de os Estados Unidos da América proibirem a importação de escravos, um latifundiário abastado fretou a escuna e contratou o comandante para contrabandear mais de cem cativos para o Alabama, um crime então punível com a forca. Concluída a abominável missão, o navio foi incendiado para destruir as provas. Os cativos foram os últimos de um total estimado de 307 mil africanos escravizados e conduzidos ao continente americano entre o início do século XVII e 1860, transformando o Clotilda no cólofon daquilo a que há muito se chama o “pecado original da América”. Em 1865, o presidente Abraham Lincoln proclamou que a Guerra da Secessão que acabara de devastar o país fora a pena com que o Todo-Poderoso punira esse pecado. Uma vez terminada a guerra e abolida a escravatura, os africanos trazidos pelo Clotilda criaram raízes como americanos livres, mas não se esqueceram da sua identidade africana. Fixando-se em bosques e pântanos do rio, a montante de Mobile, construíram casas simples, plantaram hortas, criaram animais, caçaram, pescaram e lavraram a terra. Construíram uma igreja e edificaram a sua própria escola, fundando uma comunidade unida e auto-suficiente que veio a ser conhecida como Africatown. Muitos dos seus descendentes ainda são vivos. A história desta comunidade extraordinária é recordada com orgulho pelos habitantes de Africatown como um legado que se esforçam por preservar. Esta é a história das 108 pessoas a bordo do navio… e dos seus descendentes. |

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